Bom Dia Flor do Dia!
Convertidos e Convertidas ao Senhor Jesus Cristo, “Vasos de Barro, Templo de Deus”.
Nesta 5ª Feira da 29ª Semana Do TC, 1ª do Saltério, a Igreja, plena do Espírito Santo, festeja em MFac. a são João de Capistrano, presbítero; e pelas Leituras nos leva a meditar sobre: “A ORAÇÃO, CLAMOR QUE NASCE DA NOSSA POBREZA”, nos alertando:
Que usando uma linguagem humana por força da nossa própria limitação, temos consciência que, outrora, nossos membros serviam à impureza e à desordem moral, hoje livres do pecado, nos colocamos como escravos de Deus, em busca da santidade...;
Que é feliz quem a Deus se confia, numa entrega plena, ele confia! Relegando os conselhos dos perversos, acolhe as diretrizes do Conselheiro único...;
Que todo fermento do mundo consideremos como perda, como lixo, descartando-os do nosso viver. Saibamos conhecer, para separar, o trigo do joio, o nosso viver será justificado pelo Justo... Reflitemos!
Conclusão: O tema central — a oração que brota da pobreza humana — está em perfeita sintonia com a espiritualidade cristã. A Igreja ensina que a oração autêntica não nasce da autossuficiência, mas do reconhecimento da própria miséria e dependência de Deus (cf. Catecismo da Igreja Católica, §§2559–2560). “A oração é a elevação da alma a Deus ou o pedido a Deus de bens convenientes.” (CIC 2559). Essa “pobreza” não é apenas material, mas espiritual: a consciência de que nada podemos sem a graça. Assim como o publicano no templo, cuja súplica humilde foi acolhida (cf. Lc 18,13-14), o texto convida à humildade orante — condição essencial para uma vida santificada. “Outrora, nossos membros serviam à impureza... hoje livres do pecado” - Aqui ecoa Romanos 6,19-22, em que São Paulo fala da passagem da escravidão do pecado para a liberdade em Cristo.
O texto retoma essa linguagem, lembrando que a conversão é um processo contínuo: deixar o domínio do pecado para viver sob a graça. “Mas agora, libertos do pecado e feitos servos de Deus, tendes por fruto a santificação e, por fim, a vida eterna.”
(Rm 6,22). A expressão “escravos de Deus” é paradoxal, mas profundamente cristã: só quem se entrega totalmente a Deus encontra a verdadeira liberdade (cf. CIC 1731–1733). “Feliz quem a Deus se confia...” - Este trecho evoca o Salmo 1, onde o justo é aquele que “não segue o conselho dos ímpios”.
A bem-aventurança aqui expressa — “feliz quem a Deus se confia” — traduz o princípio da confiança filial e da vida em graça, sustentada pelo Espírito Santo.
O “Conselheiro único” é o Espírito Santo, o “Consolador” prometido por Cristo (Jo 14,16.26), que orienta o fiel nas escolhas morais e espirituais. “Todo fermento do mundo consideremos como perda...” - Este trecho reflete o ensinamento paulino de Filipenses 3,8: “Considero tudo como perda diante da sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor.” O “fermento do mundo” representa as falsas doutrinas, a mentalidade mundana e o apego aos bens e prazeres transitórios. O texto recorda o chamado de Cristo à purificação interior, à discernimento espiritual (“separar o trigo do joio”) e à justificação no Justo, isto é, em Jesus Cristo, “nossa justiça” (1Cor 1,30)... (1,3,4,5).
Introdução aos Mistério Celebrado: Irmãos e Irmãs agora na alegria de estarmos plenos do Espírito da Verdade, busquemos solidificar a humildade de reconhecer que a justiça está no Justo, só ele nos justificará...
Coleta: Deus eterno e todo-poderoso, tornai-nos dispostos a obedecer sempre à vossa vontade e a vos servir de coração sincero. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. Amém!
Gente tendo consciência de que contamos com a proteção do Senhor, por seus Santos Anjos, busquemos fazer sempre a Sua vontade, servi-Lo de todo coração e com toda fidelidade, para estarmos a alegra-Lo por todo nosso viver... Reflitemos!
gutapires
Enviado por gutapires em 23/10/2025