Bom Dia Flor do Dia!
Ressuscitados e Ressuscitadas no Senhor. “Vaso de Barro, novo Templo de Deus”.
Neste 32º DOMINGO DO TEMPO COMUM, O Mistério da Páscoa da Senhor, nossa Páscoa Semanal, início da 4ª Semana do Saltério, a Igreja plena do Espírito Santo, Celebra Solenemente ( eclesiológica e espiritua) a DEDICAÇÃO DA BASÍLICA DE SÃO JOÃO DO LATRÃO (Catedral de Roma, do Papa) dedicada ao Cristo Salvador); e pelas Leituras (Ano C), nos faz compreender o significado de: “O ENCONTRO COM O DEUS VIVO PARA ALÉM DA MORTE”, nos esclarecendo:
Que a morte é a morte da vida? O homem vai alcançar a vida que vivifica o homem? Lembremos que todos temos um fim que se nivela, assim como a nossa existência se nivela...; e que nós vivemos o céu já aqui e agora, não queiramos extrapolar. Tenhamos a morte, como certo. que ela é uma passagem para a plenitude da vida junto a Deus...;
Que os Braços do Rio que trazem alegria à Cidade de Deus, à morada do Altíssimo, sejam perenes os seus mananciais...;
Que não esqueçamos que Deus é Deus para homens vivos, esta é a segurança da nossa vida hoje. Porém a vida não termina porque foi salva da morte. Vivamos a Vida do modo certo, para que vivamos eternamente, sendo iguais aos anjos...;
Que se nós ressuscitados. Ressuscitamos em novo homem, espelhado, a Cristo Jesus. O Ressuscitado, O testemunharemos e guardaremos a certeza de que, Nele, está confirmada a vida eterna juntos àqueles que foram separados, vivento já aqui na terra como verdadeiros Sacrários do Senhor... Reflitemos!
Conclusão: A análise católica deste texto pode ser feita considerando três dimensões principais: litúrgica, teológica e espiritual, todas coerentes com a celebração do 32º Domingo do Tempo Comum e da Dedicação da Basílica de São João de Latrão, a Catedral do Papa — símbolo da unidade e comunhão da Igreja em todo o mundo. 01-Dimensão litúrgica: o sentido da Dedicação da Basílica de São João de Latrão - O texto se insere dentro da espiritualidade do Tempo Comum, mas ressalta uma solenidade especial: a Dedicação da Basílica de São João de Latrão, que é a mãe e cabeça de todas as igrejas do mundo. Esta celebração recorda que cada templo material é sinal visível do verdadeiro templo espiritual, que é Cristo e, por participação, a Igreja e cada fiel batizado. Assim, quando o texto fala: “Vaso de barro, novo Templo de Deus”, ele expressa de modo poético o ensinamento paulino: “Temos este tesouro em vasos de barro” (2Cor4,7), indicando que, mesmo frágeis, somos morada do Espírito Santo (1Cor 6,19). A “Igreja plena do Espírito Santo” celebra não apenas um edifício, mas a consagração do povo de Deus como Templo vivo, que é o verdadeiro lugar onde Deus habita. 2. Dimensão teológica: o encontro com o Deus vivo para além da morte O tema central apresentado — “O ENCONTRO COM O DEUS VIVO PARA ALÉM DA MORTE”— corresponde ao coração das leituras do 32º Domingo do Tempo Comum (Ano C), que tratam da esperança na ressurreição (cf. 2Mac 7,1-14; Lc 20,27-38). O texto expressa bem essa fé quando afirma:“Tenhamos a morte como certa, que ela é uma passagem para a plenitude da vida junto a Deus.” Essa afirmação está em plena sintonia com a doutrina católica: a morte não é o fim, mas a passagem pascal que configura o cristão ao Cristo ressuscitado. A vida eterna, portanto, não é apenas uma realidade futura, mas algo que começa já aqui, como o texto lembra: “Vivemos o céu já aqui e agora, não queiramos extrapolar.” Essa expressão reflete o ensinamento de Jesus em João 11,25-26: “Quem crê em mim, ainda que morra, viverá; e todo aquele que vive e crê em mim jamais morrerá.” O autor também toca num ponto essencial da fé cristã: “Deus é Deus de vivos e não de mortos” (Lc 20,38).
Éoqueotextoresumecomprofundidade: “Deus é Deus para homens vivos, esta é a segurança da nossa vida hoje.” 3. Dimensão espiritual e moral: viver como ressuscitados. Na conclusão, o texto se move para o plano da vida cristã concreta: “Se nós ressuscitados, ressuscitamos em novo homem, espelhado a Cristo Jesus...” Aqui ecoa o ensinamento de São Paulo: “Se ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas do alto” (Cl 3,1). Ser “novo homem” significa deixar-se transformar interiormente pela graça, de modo que a vida do Ressuscitado se manifeste em nós. Quando o autor fala em “viver como verdadeiros Sacrários do Senhor”, ele reforça a dignidade e missão do batizado — templo vivo do Espírito, portador da presença real de Deus no mundo. A expressão “vivemos o céu já aqui e agora” deve ser lida à luz da teologia do Reino: o Reino de Deus já está presente, mas ainda não plenamente consumado. O texto evita o erro de um espiritualismo exagerado (“não queiramos extrapolar”), mantendo o equilíbrio da fé católica entre o “já” e o “ainda não”...
Introdução aos Mistérios Celebrados: Irmãos e Irmãs, neste domingo da memória pascal do Ressuscitado, celebramos a festa da Dedicação da Catedral de Roma: A Basílica Lateranense, dedicada ao Cristo Salvador. Esta festa recorda o dia de sua consagração e dedicação, sendo esta Catedral mãe de todas as igrejas presentes em Roma e mãe de todas as Catedrais do mundo. Esta festa também nos recordade que somos as pedras vivas do Templo do Senhor e o seu povo amado e convocado ao redor de sua presença. Unidos ao Bispo de Roma, o Santo Padre, rezemos por toda a Igreja universal e pelas Igrejas particulares, as Dioceses, espalhadas pelo mundo.
Coleta: Ó Deus, com pedras vivas e escolhidas preparais um templo eterno para vossa glória; aumentai na vossa Igreja os dons do Espírito que lhe destes, para que vosso povo fiel cresça sempre mais, edificando a Jerusalém celeste. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. Amém!
Gente não esqueçamos que o cristianismo é solidificado pela fé, Dom de Deus, a qual devemos vivencialmente aduba-la para que fortaleça em nós com raízes profundas para que a alimente constantemente durante o nosso viver... Reflitemos!
gutapires
Enviado por gutapires em 09/11/2025