REFLEXÃO!
Reflexão Diária: Irmãos e Irmãs, 🙏louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo! As Leituras desta 5ª Feira da 34ª Semana do Tempo Comum; 2ª do Saltério, nos faz refletir sobre o fato de que nos liguemos quanto ao que o texto exorta: A dignidade sobrenatural que Deus concede. Se somos “vasos de barro”, também somos templos do Espírito Santo (1Cor6,19). A liturgia do final do Tempo Comum reforça essa verdade: Deus sustenta os Seus, ilumina, fortalece e conduz — não porque sejamos fortes, mas porque Ele é Rei e Pastor. Jesus Cristo, Rei do Universo” – O centro do fim do ano litúrgico. O texto situa a reflexão na 34ª Semana do Tempo Comum, quando a Igreja se prepara para concluir o ano litúrgico celebrando a Solenidade de Cristo Rei. O que a Igreja nos ensina sobre a Realeza de Cristo? 1. Cristo reina não como poder mundano, mas pela entrega, pela cruz e pela ressurreição. Sua realeza é de amor, verdade e serviço (Jo 18,36–37). 2. Ele é Senhor da história, aquele em quem tudo se cumpre. 3. Sua paz não é frágil ou circunstancial, mas dom e fruto do Espírito Santo (cf. Jo 14,27). O texto lembra justamente isso: “Cristo, Senhor da Paz e da Unidade.” É uma verdade profundamente católica: a unidade é dom de Cristo Rei, e a paz é consequência de viver sob Seu senhorio, a entrega total abre espaço para a ação de Deus. A vida espiritual cresce quando o fiel se coloca sob o senhorio de Cristo. A proteção consiste em ser preservado do pecado, do desânimo, da confusão espiritual, e conduzido à maturidade dos santos. louvor como caminho de perseverança, O texto incentiva: “Que continuemos louvando e exaltando o Nome do Senhor por toda nossa trajetória...” Isso está em profunda consonância com a espiritualidade bíblica e litúrgica: 1. O louvor é arma espiritual (Sl 150; At 16,25); 2. Ele nos fixa em Deus, nos faz recordar Seus feitos e sustenta a esperança; 3. É atitude própria de quem reconhece Cristo como Rei e Senhor. No final do ano litúrgico, a Igreja justamente convida ao louvor por tudo que Deus fez ao longo de mais um ciclo litúrgico. O afastamento de Deus e o desequilíbrio da vida - O texto acerta ao enfatizar que: “Quando nos afastamos de Deus, também nos afastamos dos seus desígnios, o que causará um desequilíbrio no nosso viver.” Isso é plenamente católico. A fé ensina que o pecado desestrutura a pessoa —afetiva, moral e espiritualmente. A graça, ao contrário, ordena, integra, cura. Santo Agostinho expressa isso de modo magistral ao afirmar que o coração humano é inquieto enquanto não repousa em Deus. A liturgia deste período insiste nessa verdade: ao aproximar-se o fim dos tempos, só permanece firme aquele que permanece em Cristo... Reflitemos!
gutapires
Enviado por gutapires em 27/11/2025