Bom Dia Flor do Dia!
Convertidos e Convertidas ao Senhor Jesus Cristo, “Vasos de Barro”, Templo de Deus.
Nesta 6ª Feira da, 34ª Semana do TC, 2ª do Saltério, a Igreja, plena do Espírito Santo; pelas Leituras nos leva a compreender o significado de: ”JESUS CRISTO, REI DO UNIVERSO. CRISTO, SENHOR DA PAZ E DA UNIDADE” nos alertando:
Que a dinâmica continua, a lembrança do que aconteceu deverá estar viva perante todas as gerações, para que nos estruturemos para enfrenta-las com segurança a ponto de derrota-las, nos recusando a nos afastar de Deus...;
Que, para nos fortalecer perante o Senhor Deus, estruturar a nossa entrega, vamos louvá-Lo e exaltá-Lo por todo o tempo que ele nos conceder...;
Que louvando-O e exaltando-O, estamos a agradecer pelo dom do discernimento que Ele, bondosamente, nos fortaleceu, fazendo-nos conhecedor dos seus desígnios... Reflitemos!
Conclusão: O texto proposto situa a meditação na 6ª-feira da 34ª Semana do Tempo Comum, momento em que a Igreja, movida pelo Espírito Santo, conduz os fiéis à contemplação da Solenidade de Cristo Rei, ápice do ano litúrgico. Nesse horizonte espiritual, o autor articula três grandes eixos teológicos: 1. nossa condição de “vasos de barro”; 2. a centralidade de Cristo Rei, Senhor da paz e da unidade; 3. a vida espiritual como memória, louvor e discernimento. Nos levando a conhecer Cristo como: Rei do Universo (Ap 1,5-8); Senhor da história; e o Princípio de reconciliação e unidade (Cl 1,15-20). O texto afirma que “a lembrança do que aconteceu deve estar viva para todas as gerações”. Esta passagem ecoa fortemente a espiritualidade bíblica: 1. Israel é continuamente convidado a lembrar as obras de Deus (Dt 4,9; Sl 77,12); 2. Jesus ordena: “Fazei isto em memória de mim” (Lc 22,19); 3. A Igreja vive da memória da salvação, que chamamos de anamnese. A memória é necessária porque: fortalece nas tribulações, livra da tentação de abandonar Deus, e renova a confiança no cuidado divino. Ainda mais, o texto está teologicamente correto ao ligar memória à perseverança. Por fim, o texto afirma que o louvor e a exaltação nos colocam em atitude de gratidão pelo “dom do discernimento”, que nos torna conhecedores dos desígnios de Deus. Teologicamente, isso é muito pertinente. Assim, o texto está bem fundamentado ao ligar louvor → gratidão → discernimento...
Introdução ao Mistério Celebrado: Guiados e alimentados pelo Espírito Santo, aprofundemos perseverantes na caminhada de servos guiados pelo Espírito da Verdade, para que não claudiquemos quanto ao amor que Deus tem para com seu povo, nos mínimos detalhes, para que sejamos abastecidos dos seus objetivos, nos quais estamos incluídos...
Coleta: Levantai, Senhor, nós vos pedimos, o ânimo dos vossos fiéis, para que, fazendo frutificar com solicitude a obra da salvação, recebamos maiores auxílios da vossa paternal bondade. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. Amém!
Gente diante da certeza de que o Senhor é o Senhor, nosso Deus, busquemos consolidar a nossa fé no sentido de termos como certo que Ele está presente no nosso viver, cuidando para que a fraque da carne não atinja a nossa divindade... Reflitemos!
gutapires
Enviado por gutapires em 28/11/2025
Alterado em 28/11/2025