REFLEXÃO!
O Advento como tempo de alegria e esperança - A expressão “ALEGREMO-NOS NA ALEGRIA! A LIBERTAÇÃO ESTÁ PRÓXIMA” ecoa diretamente a espiritualidade do Advento, especialmente da terceira semana, marcada pela alegria messiânica (cf. Is 35,1-10; Sf 3,14-18). Não se trata de uma alegria superficial, mas da alegria teologal, enraizada na certeza de que Deus é fiel às suas promessas e que a salvação está em vias de se manifestar plenamente em Cristo. A promessa davídica e a fidelidade de Deus. Ao afirmar que “o cetro continuará na mão de Davi, até que venha Aquele que continuará o reinado”, o texto faz clara referência à promessa messiânica (cf. Gn 49,10; 2Sm 7,12-16). A Igreja reconhece em Jesus o cumprimento dessa promessa: Ele é o Filho de Davi, cujo reinado não é político, mas eterno e universal, fundado na justiça, na misericórdia e na verdade. Justiça e paz como sinais do Reino: A afirmação de que “a justiça florirá em todos os cantos da terra” e haverá “paz em abundância” retoma imagens proféticas muito presentes nas leituras do Advento (cf. Sl 72; Is 11,1-9). Do ponto de vista católico, justiça e paz são frutos da ação de Deus na história, mas também exigem a colaboração humana, por meio da conversão, da caridade e do compromisso com o bem comum.
gutapires
Enviado por gutapires em 17/12/2025
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